A Noite Romântica do Vila do Chef

Foto: Ana Flávia Brant Mendes
E a tão esperada noite dos Namorados no Vila do Chef começou. Estava tudo preparado. Decoração pronta: margaridinhas em xícaras branquinhas, rosas vermelhas em taças com água e pétalas de rosas vermelhas, cedidas pela Flores e Flores BH, foram cuidadosamente distribuídas sob as mesas. A Lua cheia “encomendada” especialmente para a ocasião estava no céu: está certo, um pouco tímida no início, escondida pelas nuvens da noite fria que se anunciava, mas depois de um tempo ela se mostrou majestosa, como deve ser em uma noite de apaixonados. A trilha sonora tocando. A Chef Luiza Fiorini e sua ajudante Mariana Palmeira cuidando dos últimos detalhes antes que os convidados chegassem. Tudo estava perfeito. O dia dos namorados havia sido no dia anterior, mas com as bênçãos de Santo Antônio, o casamenteiro, e afastando com amor o mau agouro que muitos poderiam atribuir àquela sexta-feira 13, foi iniciado aquele festim romântico bem no coração de Belo Horizonte.
Foto: Ana Flávia Brant Mendes
No início todos estavam assim, um pouco reservados, passeando pela área externa do Vila do Chef. Sentavam-se nos banquinhos sob as árvores, tiravam fotos, namoravam. Depois, os dois ambientes reservados para a ocasião foram invadidos por risos, olhares apaixonados, e conversas descompromissadas. A mágica se realizava. Alguns já se conheciam e estavam à vontade com a conversa regada a vinho. Outros se conheceram naquele momento e acabaram entrando na roda e fazendo novos amigos. Aqueles que desejaram ficar à margem, curtindo a noite como se ninguém estivesse ali também o fizeram.
Foto: Ana Flávia Brant Mendes
Então o serviço foi iniciado com as entradas: primeiro, o tartar de abóbora com gengibre. Um deleite para os sentidos, uma vez que o gengibre seduz logo pelo seu aroma. Ao comer, o seu leve sabor picante contrasta com o doce da abóbora trazendo uma experiência ímpar ao paladar. Logo depois foi servido o ceviche duo de salmão e robalo. A delicadeza do prato, todo decorado com florezinhas comestíveis, aguçou o apetite que foi rapidamente saciado por aquela iguaria deliciosa, que fez tanto sucesso que teve para muitos um gostinho de quero mais. Muitos repetiram a entrada sem a menor cerimônia. Aliás, cerimônia? Que cerimônia? A essa altura todos já eram velhos amigos ali e conversavam e bebiam vinho como se estivessem em casa. A noite que estava fria, com o calor da acolhida, do vinho e da boa comida acabou esquentando. Um ótimo sinal, pois a festa estava só começando.

Foto: Ana Flávia Brant Mendes
Logo depois das entradas a Chef Luiza começou a preparar o prato principal: massa em formato de coração recheadas com camarões ao molho de amêndoas laminadas. De comer de joelhos! Mas antes que fossem servidos, os convivas interagiam com a Chef e sua ajudante, perguntavam a respeito dos ingredientes, se deleitavam com os cheiros que vinham das panelas, bebiam vinho enfim, ninguém tinha pressa. Para finalizar o festim com chave de ouro, uma sobremesa romântica até no nome: Amor em pedaços com chantilly de limão siciliano. Não poderia ter sido mais perfeito!

Foto: Ana Flávia Brant Mendes
A festa estava chegando ao fim. A lua cheia estava lá, linda, pairando sob aquela mangueira majestosa da área externa. Dois últimos mimos ainda faltavam antes que todos fossem embora: a Flores e Flores BH cedeu uma lindíssima orquídea para ser sorteada entre os convivas e as meninas da Sucre Maison fizeram caixinhas com mimos de chocolate para os convidados. Uma delicadeza a mais. Quem ganhou as flores era também a aniversariante do dia. A sorte realmente estava conspirando. Todos pegaram suas caixinhas de delícias e ao final foram embora felizes e satisfeitos. Uma experiência ímpar. Mas é assim: o Vila do Chef tem essa capacidade de parar o tempo proporcionando a quem ali frequenta momentos únicos e inesquecíveis. Que venham os próximos! 

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